ECOTURISMO E ESPORTES DE AVENTURA

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SERVIÇOS

CARRAPATOS  E  MICUINS

Saiba mais sobre eles, confira dicas, prevenção, problemas ocasionados e cuidados, pois no período do ano de tempo muito seco e ausência prolongada de chuvas, a natureza nos reserva algumas surpresas nas trilhas.

CARRAPATOS (adultos) - Existem várias espécies, sendo as mais comuns a dos carrapatos de gado / equinos, que ficam em pastos e arredores, e a de capivaras, cervos e outros mamíferos, encontrados onde vivem esses animais.

MICUINS (filhotes, no início de seu processo de vida) - Juntam-se em milhares e ficam sobre folhas e galhos "até a passagem de um hospedeiro". Geralmente picam várias vezes seguidas, formando uma seqüência de pontinhos vermelhos e causam grande incômodo, pois seu tamanho minúsculo dificulta sua localização e eliminação. Costuma ser eliminado, do corpo, após uma boa esfregada com água e sabão.

Considerados como vilões dos praticantes de esportes outdoor, eles têm grande importância na natureza, pois estão inseridos na cadeia alimentar de vários animais. Em áreas naturais protegidas existe um equilíbrio entre parasita e hospedeiro, que por sua vez contribui para manter o equilíbrio ecológico.

Encontrado em qualquer período do ano, os CARRAPATOS são mais fáceis de serem localizados e eliminados, do corpo, devido ao seu tamanho.

Os MICUINS são encontrados em períodos secos, geralmente de junho a agosto, quando a fêmea está em fase de procriação e são os que nos causam maiores desconfortos, em função de seu minúsculo tamanho, pois são difíceis de localizar e acabam "criando" irritação e coceiras, que podem virar feridas. Fora deste período é raro encontrá-los, principalmente no verão, quando ocorrem chuvas frequentes.

PROBLEMAS - É comum a ferida do carrapato, arrancado de qualquer maneira, infeccionar, devido a permanência de resíduos de seu aparelho bucal, formando pequenas feridas. Alguns carrapatos podem servir de vetores de algumas doenças. No Brasil a mais famosa é a febre maculosa. Mas, atenção: NÃO SÃO TODOS OS CARRAPATOS que transmitem a febre maculosa. Apenas os da espécie ESTRELA e, ainda assim, se estiverem infectados. Algumas pessoas tem reações alérgicas ao anticoagulante que o carrapato usa para conseguir sugar melhor o sangue. Estas alergias podem ser identificadas pelos médicos, que podem tratá-las e prescrever o anti-alérgico.

O QUE FAZER - Para quem freqüenta ambientes naturais, especialmente campos, trilhas e matas, é praticamente impossível não ter contato com carrapatos e micuins. O que pode (e deve) ser feito é reduzir as chances de ser picado, seguindo algumas dicas:

- Proteger-se com roupas bem fechadas, como calças compridas, camisa para dentro da calça, sempre, e meias por cima da barra da calça;

- Uso de repelente apropriado (EXPOSIS), respeitando período de efeito, prazo de validade e forma de aplicação, conforme instruções do fabricante;

- Fazer verificações constantes (ao longo do dia) na roupa, meias, cintura e articulações (áreas mais atacadas), para eliminar eventuais picadas;

*** - Ao final das atividades em campo, guardar a roupa separada das roupas limpas, de preferência em saco vedado. Antes de lavá-las, aconselhável deixar de molho (com vinagre) ou utilizar-se de água fervente. Em caso de infestação evidente, colocar as roupas em saco bem vedado com éter ou vinagre ***;

- Para picadas de micuins, tomar banho e esfregar fortemente a área atacada com esponja e sabão;

- Evitar arrancar o carrapato grudado na pele. Molhe-o com álcool que ele sairá mais facilmente e sem deixar o aparelho bucal, que pode infeccionar;

- Em caso de infecção, tratar a ferida com o cuidado de um corte qualquer, limpando-a e esterilizando. Se a ferida não se curar, procurar por um médico;

- Em caso de reação alérgica às picadas, tomar ou aplicar medicamento conforme prescrição médica;

- Evitar contato com cavalos ou cães que tenham estado nas áreas de risco. Os cães e gatos domésticos também são hospedeiros do carrapato, por isso é aconselhável sempre manter a higiene dos animais, principalmente no verão.

- Se ficar doente dias depois de ser picado por carrapatos ou de ter estado em região com muitos deles, informe isto ao seu médico, para averiguação;

- Jamais se automedicar.

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(ESPECIAL)  FEBRE MACULOSA - Ou a doença do carrapato, como é vulgarmente conhecida, é causada por uma bactéria (Rickettsia rickettisiic) transmitida ao homem pelo CARRAPATO ESTRELA. A bactéria pode ser encontrada ainda no sangue de alguns animais silvestres e também podem contaminar cães, cavalos e bois sem causar doenças aos mesmos. A capivara é um dos animais preferidos para 'hospedar' a bactéria.

A contaminação funciona da seguinte maneira: o carrapato suga o sangue de um animal infectado e depois, ao picar o homem, passa a bactéria para o ser humano, que poderá desenvolver a febre maculosa.

Importante mencionar que NEM SEMPRE o carrapato ESTÁ INFECTADO pela bactéria da febre maculosa. É muito comum dizer que o Carrapato Estrela é o transmissor, mas a identificação do carrapato não pode ser feita à olho nu. Ela só é possível se feita em laboratório e por pessoas especializadas.

Os principais sintomas da Febre Maculosa são: febre, cefaléia, dores no corpo e manchas avermelhadas, chamadas petéquias. No início, os sintomas podem parecer um estado gripal ou outra doença febril. E, nesse caso, é muito comum a pessoa tratar-se em casa tomando um antitérmico qualquer. Acontece que, sem o tratamento conveniente, a doença evolui para complicações pulmonares, renais, neurológicas, vasculares, desidratação, choque, coma e, em casos mais graves, até a morte. Geralmente os sintomas aparecem entre 2 (dois) e 20 (vinte dias) após a picada do carrapato. Se o paciente aparentar uma gripe, e tiver sido picado, deve procurar o Serviço de Saúde imediatamente e relatar ao médico o ocorrido. Se tiver sido picado por carrapato, deve ficar em observação e atento à reação do organismo.

 

 

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ÓLEO DE COZINHA  ( USADO )  -  O QUE FAZER COM ELE ?

 

 

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TRILHA  DO  RODOANEL

Idealizado pela ONG Salve os Mananciais, incentivado pelo diretório do PV de Parelheiros e pela Comissão de Meio Ambiente do PV, com o apoio da Sub-prefeitura de Parelheiros (PV) e da imprescindível colaboração de Rodrigo Martins (Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente), da parceria com a organização do Campeonato Paulista de Enduro a Pé, através de seu diretor Esdras Martins (www.esdras.com.br), realizamos, dia 04 de junho p.p., a TRILHA DO RODOANEL, que teve como base de operações a sede da entidade assistencial Vivenda da Criança (11-5920.8492/5921.5714), dirigida pela Irmã Ivone, onde fomos muito bem recebidos, também, pela Laís e pela Solange. Tivemos, ainda, o apoio do Instituto Biosfera e da Aecotur.

Com a presença do Sub-prefeito de Parelheiros, Walter Tesch (PV), do Deputado Estadual Giba Marson (PV) e da presidente da Executiva Municipal do PV, Maria de Lourdes Pinheiro Simões, prestigiando nosso evento, tivemos a participação de aproximadamente 100 pessoas, que foram divididas em 2 grupos, conduzidos pelos monitores da AMOAAPA (Associação dos Monitores de Áreas de Proteção Ambiental), e todos orientados, para terem contato inicial com o esporte, pelas planilhas de navegação utilizadas no enduro a pé, mas sem a utilização de bússola.

Os participantes foram transportados, em ônibus de turismo, até onde se iniciou a caminhada e o percurso total, para o retorno, foi de 8.060 metros, divididos em segmentos de +/- 2.000 metros, onde foram colocados apoios (no 1º. e 3º, água e veículo, no 2º., água, frutas e um ônibus), e foi efetuado utilizando-se de estradas locais e internas, das propriedades, e da trilha aberta durante o levantamento topográfico, seguindo as marcações feitas para o trecho sul do eixo do Rodoanel Mário Covas, com um pequeno deslocamento até uma das áreas que serão transformadas em parque, pelo Dersa, paralelo ao Rodoanel, como compensação ambiental. O objetivo principal deste enduro a pé foi o de comemorar o dia do Meio Ambiente (05 de junho) e mostrar, ao público em geral, a área que seria desapropriada, desmatada ou destruída (incluindo os bairros residenciais), passar a ideia do futuro trajeto e, principalmente, de que devemos pensar em preservar, apesar da constante necessidade de progresso.

Aproveitamos a oportunidade e nos unimos, através de um abraço simbólico, a todos os grupos preservacionistas que comemoravam, no mesmo dia e em pontos distintos, os 100 anos de criação da Represa Guarapiranga.

TONELLO / Diretor de prova

   

   

   

   

   

   

   

 

   

   

   

 

 

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